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	<title>Arquivo de Saúde - Metrópole Sul</title>
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	<description>As informações atualizadas da nossa metrópole sul.</description>
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	<title>Arquivo de Saúde - Metrópole Sul</title>
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	<item>
		<title>Ministério abre 310 vagas de especialização em enfermagem neonatal</title>
		<link>https://metropolesul.com.br/2026/03/14/ministerio-abre-310-vagas-de-especializacao-em-enfermagem-neonatal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 21:47:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde lançou edital com 310 vagas para a Especialização em Enfermagem Neonatal, voltada a profissionais que atuam em unidades neonatais de referência do Sistema Único de Saúde (SUS). O investimento previsto é de R$ 2,6 milhões. As inscrições ocorrem de 16 de março a 6 de abril, por meio da plataforma SIGA-LS. A</p>
<p>O conteúdo <a href="https://metropolesul.com.br/2026/03/14/ministerio-abre-310-vagas-de-especializacao-em-enfermagem-neonatal/">Ministério abre 310 vagas de especialização em enfermagem neonatal</a> aparece primeiro em <a href="https://metropolesul.com.br">Metrópole Sul</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Ministério da Saúde lançou edital com 310 vagas para a Especialização em Enfermagem Neonatal, voltada a profissionais que atuam em unidades neonatais de referência do Sistema Único de Saúde (SUS).</strong> O investimento previsto é de R$ 2,6 milhões.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1681946&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1681946&amp;o=node" /></p>
<p>As inscrições ocorrem de 16 de março a 6 de abril, por meio da plataforma SIGA-LS. A iniciativa prioriza profissionais das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, onde há maior carência desse tipo de especialização.</p>
<h2>Objetivo</h2>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, <strong>a iniciativa busca ampliar a qualificação da força de trabalho no SUS e melhorar o atendimento a mulheres e recém-nascidos</strong>.</p>
<p>“Nosso objetivo é fortalecer e valorizar a enfermagem no âmbito do SUS, além de qualificar a oferta dos serviços. Ao atacar desigualdades históricas, fortalecemos a resolutividade nas redes regionais”, afirmou em nota o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço.</p>
<p>A ampliação do número de especialistas em enfermagem neonatal busca melhorar o atendimento aos recém-nascidos no SUS. Entre os <strong>benefícios esperados estão identificação precoce de riscos, manejo clínico adequado e intervenções seguras, o que pode contribuir para a redução de óbitos evitáveis</strong>.</p>
<h2>Formação</h2>
<p>O curso será executado pelo Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz.</p>
<p>Com duração de 14 meses, a especialização integra o Programa Agora Tem Especialistas e pode aumentar em mais de 30% o número de enfermeiros neonatais que atuam no SUS.</p>
<h2>Distribuição</h2>
<p><strong>Das 310 vagas ofertadas:</strong></p>
<ul>
<li>206 são destinadas a capitais (66%);</li>
<li>104 a municípios do interior (34%).</li>
</ul>
<p>A distribuição regional prevê:</p>
<ul>
<li>56 vagas no Centro-Oeste;</li>
<li>182 vagas no Nordeste;</li>
<li>72 vagas no Norte.</li>
</ul>
<p>Os profissionais selecionados atuarão em 64 hospitais distribuídos em 36 municípios. O edital também reserva 172 vagas para ações afirmativas.</p>
<h2>Saúde feminina</h2>
<p>A formação faz parte de um conjunto de ações do Ministério da Saúde voltadas ao fortalecimento da assistência obstétrica e neonatal.</p>
<p>Em 2025, a pasta destinou R$ 17 milhões para a Especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne.</p>
<p>O curso reúne 760 profissionais de enfermagem, em parceria com 38 instituições de ensino.</p>
<p>A iniciativa é executada pela Universidade Federal de Minas Gerais, com apoio da Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras, e prioriza profissionais que atuam em regiões interiorizadas e na Amazônia Legal, com foco na ampliação do acesso à formação especializada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estado de São Paulo confirma segundo caso de sarampo em 2025</title>
		<link>https://metropolesul.com.br/2025/12/13/estado-de-sao-paulo-confirma-segundo-caso-de-sarampo-em-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 12:16:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de São Paulo registrou o segundo caso de sarampo este ano. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, o paciente é um homem de 27 anos, morador da capital paulista, não vacinado e que havia viajado recentemente ao exterior. Segundo a pasta, ele já recebeu atendimento médico e teve alta. O outro caso havia sido identificado em abril</p>
<p>O conteúdo <a href="https://metropolesul.com.br/2025/12/13/estado-de-sao-paulo-confirma-segundo-caso-de-sarampo-em-2025/">Estado de São Paulo confirma segundo caso de sarampo em 2025</a> aparece primeiro em <a href="https://metropolesul.com.br">Metrópole Sul</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O estado de São Paulo registrou o segundo caso de sarampo este ano. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, o paciente é um homem de 27 anos, morador da capital paulista, não vacinado e que havia viajado recentemente ao exterior. Segundo a pasta, ele já recebeu atendimento médico e teve alta.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1672026&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1672026&amp;o=node" /></p>
<p>O<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-04/estado-de-sao-paulo-registra-primeiro-caso-de-sarampo-neste-ano" target="_blank" rel="noopener"> outro caso </a>havia sido identificado em abril deste ano, também em um morador da capital paulista.</p>
<p><strong>Entre janeiro e novembro deste ano, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-11/brasil-tem-37-casos-de-sarampo-mas-ainda-e-area-livre-da-doenca" target="_blank" rel="noopener">37 casos de sarampo</a> foram confirmados em todo o Brasil</strong>, segundo informações do Ministério da Saúde. <strong>Todos estes casos foram importados, ou seja, adquiridos em viagens, sem transmissão local do vírus.</strong></p>
<p>O número de casos de sarampo vem se intensificando neste ano na região das Américas. Até o dia 7 de novembro de 2025, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), foram confirmados 12.596 casos de sarampo em dez países das Américas, com 28 óbitos, a maior parte deles registrados no México.</p>
<p>De acordo com a Opas, essa transmissão tem afetado principalmente comunidades com baixa cobertura vacinal: 89% dos casos ocorreram em pessoas não vacinadas ou com <em>status</em> vacinal desconhecido.</p>
<h2>Sarampo e vacinação</h2>
<p>O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa e que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no mundo. A transmissão do vírus ocorre de pessoa a pessoa, por via aérea, seja ao tossir, espirrar, falar ou respirar.</p>
<p>A doença é tão contagioso que um paciente infectado pode transmiti-la para 90% das pessoas próximas e que não estejam imunes. Por isso, a vacinação contra o sarampo é extremamente importante. <strong>A imunização é a principal forma de prevenção contra a doença.</strong></p>
<p>Os principais sintomas do sarampo são manchas vermelhas no corpo e febre alta, acima de 38,5 graus, acompanhada de tosse, conjuntivite, nariz escorrendo ou mal-estar intenso. Os casos podem evoluir para complicações graves podendo causar diarreia intensa, infecções de ouvido, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). Algumas dessas complicações podem ser fatais.</p>
<h2>Certificado</h2>
<p>Em 2016, o Brasil havia recebido a certificação da eliminação do vírus que causa o sarampo. Segundo o Ministério da Saúde, nos anos de 2016 e 2017 não foram confirmados casos da doença, no entanto, em 2018, com o grande fluxo migratório associado às baixas coberturas vacinais, o vírus voltou a circular. Em 2019, o Brasil perdeu a certificação de “país livre do vírus do sarampo”, com o registro de mais de 21,7 mil casos.</p>
<p>Em junho de 2022, o país registrou o último caso endêmico de sarampo, no Amapá. Com isso, em novembro do ano passado, a Opas voltou a certificar o Brasil como livre da circulação do vírus, mesmo com o registro de casos importados da doença. Isso ocorreu porque o país conseguiu demonstrar que não houve transmissão do vírus do sarampo em território nacional por pelo menos um ano.</p>
<p><strong>Em novembro passado, com a alta circulação do vírus, a Opas anunciou que a região das Américas <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-11/continente-americano-perde-certificacao-de-eliminacao-do-sarampo" target="_blank" rel="noopener">perdeu a verificação</a> de área livre da transmissão endêmica do sarampo. Apesar disso, o Ministério da Saúde informou que o Brasil ainda mantém a sua certificação internacional de país livre da circulação do vírus.<br />
</strong></p>
<p>Fonte: Agência Brasil<br />
© Fernando Frazão/Agência Brasil</p>
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		<title>Ótima Notícia: Vacina contra a dengue do Butantan começa a ser aplicada em janeiro</title>
		<link>https://metropolesul.com.br/2025/12/09/otima-noticia-vacina-contra-a-dengue-do-butantan-comeca-a-ser-aplicada-em-janeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 17:41:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (9), as diretrizes para o uso da nova vacina contra a dengue, o primeiro imunizante de dose única produzido integralmente no Brasil pelo Instituto Butantan. As primeiras 1,3 milhão de doses já fabricadas serão destinadas aos profissionais da Atenção Primária, que atuam nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e</p>
<p>O conteúdo <a href="https://metropolesul.com.br/2025/12/09/otima-noticia-vacina-contra-a-dengue-do-butantan-comeca-a-ser-aplicada-em-janeiro/">Ótima Notícia: Vacina contra a dengue do Butantan começa a ser aplicada em janeiro</a> aparece primeiro em <a href="https://metropolesul.com.br">Metrópole Sul</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (9), as diretrizes para o uso da nova vacina contra a dengue, o primeiro imunizante de dose única produzido integralmente no Brasil pelo Instituto Butantan.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1671379&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1671379&amp;o=node" /></p>
<p><strong>As</strong> <strong>primeiras 1,3 milhão de doses já fabricadas serão destinadas aos profissionais da Atenção Primária</strong>, que atuam nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e em visitas domiciliares, seguindo a recomendação da Câmara Técnica de Assessoramento de Imunização (CTAI). A previsão é de que o lote inicial esteja disponível até o fim de janeiro de 2026.</p>
<p>Durante o anúncio, o ministro Alexandre Padilha destacou a importância de proteger os trabalhadores que lidam diretamente com os primeiros atendimentos de dengue.</p>
<blockquote><p>“A vacinação já começa com a produção do Butantan, que vai disponibilizar volume suficiente para iniciarmos a imunização dos profissionais da atenção primária em todo o país. A atenção primária é a porta de entrada para os casos de dengue, por isso é fundamental proteger o mais rápido possível esses profissionais”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Com a ampliação da capacidade produtiva, o ministério pretende estender a vacinação ao público geral. <strong>A campanha deverá começar pelos adultos mais velhos — a partir de 59 anos — e avançar gradualmente até atingir a faixa dos 15 anos</strong>.</p>
<p>O aumento da oferta de doses será possível graças a uma parceria entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa WuXi Vaccines, responsável pela produção em maior escala e pela transferência de tecnologia.</p>
<p>A definição do público prioritário levou em conta critérios técnicos e o perfil epidemiológico do país, discutidos na reunião da CTAI realizada em 1º de dezembro.</p>
<h2>Impacto na população</h2>
<p>Parte das doses será destinada a uma estratégia específica em Botucatu (SP), que servirá como área de estudo para avaliar o impacto da vacinação em massa na dinâmica da doença. Diferentemente do restante do país, o município deverá iniciar mais rapidamente a vacinação de toda a população de 15 a 59 anos.</p>
<p>A expectativa é que, com adesão entre 40% e 50% do público-alvo, já seja possível observar impacto significativo no controle da dengue.</p>
<p>Durante a pandemia de covid-19, Botucatu também participou de uma iniciativa semelhante de vacinação em massa. Outros municípios com predominância do sorotipo DENV-3 — considerado determinante para o aumento de casos em 2024 — também estão sendo avaliados para integrar a estratégia.</p>
<h2>Eficácia</h2>
<p>A vacina desenvolvida pelo Butantan demonstrou eficácia de 74,7% contra a dengue sintomática em pessoas de 12 a 59 anos e de 89% contra formas graves e com sinais de alarme, segundo estudos apresentados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-12/anvisa-publica-registro-da-vacina-contra-dengue-do-butantan" target="_blank" rel="noopener"> concedeu o registro ao imunizante na segunda-feira (8)</a>.</p>
<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) já oferece uma outra vacina contra a dengue, fabricada por um laboratório japonês e aplicada em duas doses, destinada a adolescentes de 10 a 14 anos.</p>
<p>Desde 2024, quando o Brasil se tornou o primeiro país a incorporar o imunizante na rede pública, mais de 7,4 milhões de doses foram aplicadas. Para 2026, o Ministério da Saúde garantiu 9 milhões de doses desse imunizante, com previsão de mais 9 milhões para 2027.</p>
<p>Redação com informações de Agência Brasil</p>
<p>O conteúdo <a href="https://metropolesul.com.br/2025/12/09/otima-noticia-vacina-contra-a-dengue-do-butantan-comeca-a-ser-aplicada-em-janeiro/">Ótima Notícia: Vacina contra a dengue do Butantan começa a ser aplicada em janeiro</a> aparece primeiro em <a href="https://metropolesul.com.br">Metrópole Sul</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vacinação contra vírus sincicial imuniza cerca de 600 gestantes em SP</title>
		<link>https://metropolesul.com.br/2025/12/07/vacinacao-contra-virus-sincicial-imuniza-cerca-de-600-gestantes-em-sp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2025 18:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No primeiro dia de vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR) na capital paulista, nesse sábado (6), foram imunizadas 624 gestantes, informou a prefeitura. O ciclo de imunização a partir das 28 semanas de gestação tem como principais alvos os bebês, que recebem os anticorpos diretamente das mães, e previne infecções graves causadas pelo VSR em bebês menores de 6</p>
<p>O conteúdo <a href="https://metropolesul.com.br/2025/12/07/vacinacao-contra-virus-sincicial-imuniza-cerca-de-600-gestantes-em-sp/">Vacinação contra vírus sincicial imuniza cerca de 600 gestantes em SP</a> aparece primeiro em <a href="https://metropolesul.com.br">Metrópole Sul</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No primeiro dia de vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR) na capital paulista, nesse sábado (6), foram imunizadas 624 gestantes, informou a prefeitura.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1671151&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1671151&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O ciclo de imunização a partir das 28 semanas de gestação tem como principais alvos os bebês, que recebem os anticorpos diretamente das mães, e previne infecções graves causadas pelo VSR em bebês menores de 6 meses de idade. </strong></p>
<p>A implementação dessa vacina é muito importante para a saúde dos bebês menores de 6 meses. Vacinar a gestante garante a proteção dos recém-nascidos nos primeiros meses de vida, quando são mais vulneráveis e podem desenvolver formas graves da doença”, destacou, em nota, a coordenadora de Vigilância em Saúde, Mariana Araújo.</p>
<p><strong>O VSR é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos, conforme dados do Ministério da Saúde. </strong></p>
<p>A partir desta segunda-feira (8), a imunização ocorrerá em todas as unidades básicas de Saúde (UBSs), das 7h às 19h. A disponibilidade da vacina pode ser consultada pela plataforma De Olho na Fila.</p>
<p>Para se vacinar, a gestante precisa estar com documento de identificação e comprovante de 28 semanas de gestação, emitidos durante o acompanhamento pré-natal.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
<p>O conteúdo <a href="https://metropolesul.com.br/2025/12/07/vacinacao-contra-virus-sincicial-imuniza-cerca-de-600-gestantes-em-sp/">Vacinação contra vírus sincicial imuniza cerca de 600 gestantes em SP</a> aparece primeiro em <a href="https://metropolesul.com.br">Metrópole Sul</a>.</p>
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		<item>
		<title>Dia D de combate ao Aedes aegypti ocorre neste sábado em todo o país</title>
		<link>https://metropolesul.com.br/2025/11/08/dia-d-de-combate-ao-aedes-aegypti-ocorre-neste-sabado-em-todo-o-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2025 12:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como parte da nova campanha de prevenção e controle das arboviroses intitulada Não dê chance para dengue, Zika e chikungunya, o Ministério da Saúde promove neste sábado (8), em todo o país, o Dia D nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti, causador da dengue. Participarão do mutirão gestores locais, profissionais de saúde, agentes de endemias,</p>
<p>O conteúdo <a href="https://metropolesul.com.br/2025/11/08/dia-d-de-combate-ao-aedes-aegypti-ocorre-neste-sabado-em-todo-o-pais/">Dia D de combate ao Aedes aegypti ocorre neste sábado em todo o país</a> aparece primeiro em <a href="https://metropolesul.com.br">Metrópole Sul</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como parte da nova campanha de prevenção e controle das arboviroses intitulada Não dê chance para dengue, Zika e chikungunya, o Ministério da Saúde promove neste sábado (8), em todo o país, o Dia D nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti, causador da dengue. <strong>Participarão do mutirão gestores locais, profissionais de saúde, agentes de endemias, lideranças comunitárias e da população em geral. Serão realizadas ações de conscientização e mutirões de limpeza em locais públicos e residências</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1666656&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1666656&amp;o=node" /></p>
<p>Mais de 370 mil profissionais atuam diariamente na prevenção das arboviroses em todos os 5.570 municípios brasileiros. Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) orientam as famílias durante visitas domiciliares, distribuem materiais informativos e estimulam a participação da população. Já os Agentes de Combate às Endemias (ACE) realizam inspeções, aplicam larvicidas e registram dados que subsidiam o planejamento das ações de vigilância.</p>
<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a ação ocorre antes mesmo do período de maior transmissão da dengue, que é no primeiro semestre do ano.</p>
<blockquote><p>“Este é o momento de conscientizar e engajar a população e os municípios para identificar os pontos críticos e eliminar os criadouros do mosquito”, afirmou Padilha. O ministro acredita que o uso de novas tecnologias, como a Wolbachia, é essencial para conter a transmissão do vetor.</p></blockquote>
<p>Como parte da nova campanha de prevenção e controle das arboviroses intitulada Não dê chance para dengue, Zika e chikungunya, o Ministério da Saúde promove neste sábado (8), em todo o país, o Dia D nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti, causador da dengue. <strong>Participarão do mutirão gestores locais, profissionais de saúde, agentes de endemias, lideranças comunitárias e da população em geral. Serão realizadas ações de conscientização e mutirões de limpeza em locais públicos e residências</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1666656&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1666656&amp;o=node" /></p>
<p>Mais de 370 mil profissionais atuam diariamente na prevenção das arboviroses em todos os 5.570 municípios brasileiros. Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) orientam as famílias durante visitas domiciliares, distribuem materiais informativos e estimulam a participação da população. Já os Agentes de Combate às Endemias (ACE) realizam inspeções, aplicam larvicidas e registram dados que subsidiam o planejamento das ações de vigilância.</p>
<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a ação ocorre antes mesmo do período de maior transmissão da dengue, que é no primeiro semestre do ano.</p>
<blockquote><p>“Este é o momento de conscientizar e engajar a população e os municípios para identificar os pontos críticos e eliminar os criadouros do mosquito”, afirmou Padilha. O ministro acredita que o uso de novas tecnologias, como a Wolbachia, é essencial para conter a transmissão do vetor.</p></blockquote>
<p>fonte: Agência Brasil</p>
<p>Foto: FABRIZIO PENSATI</p>
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		<title>Casos confirmados de intoxicação por metanol chegam a 59 no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 11:34:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os casos confirmados de pessoas intoxicadas por metanol subiu para 59, segundo atualização divulgada nesta quarta-feira (29) pelo Ministério da Saúde. O estado de São Paulo lidera o número de casos confirmados (46), seguido por Paraná (6), Pernambuco (5), Rio Grande do Sul (1) e Mato Grosso (1). O número de pessoas que morreram em</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os casos confirmados de pessoas intoxicadas por metanol subiu para 59, segundo atualização divulgada nesta quarta-feira (29) pelo Ministério da Saúde. O estado de São Paulo lidera o número de casos confirmados (46), seguido por Paraná (6), Pernambuco (5), Rio Grande do Sul (1) e Mato Grosso (1)</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1665167&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1665167&amp;o=node" /></p>
<p>O número de pessoas que morreram em razão da intoxicação continua em 15: Nove em São Paulo, três no Paraná e três em Pernambuco. Outros 9 óbitos estão sendo investigados, três em Pernambuco, dois no Paraná, um em Minas Gerais, um no Mato Grosso do Sul, e dois em São Paulo.</p>
<p><strong>O Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo (CVS) reforçou que bebidas alcoólicas de origem clandestina ou sem procedência confiável podem conter substâncias tóxicas e até letais e representam risco à saúde</strong>.</p>
<p>Denúncias sobre possíveis irregularidades e suspeitas a respeito de bebidas adulteradas podem ser enviadas pelo Disque Denúncia 181 ou pelo <a href="http://www.webdenuncia.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">site</a> da Polícia Civil de São Paulo. O <strong>Procon-SP</strong> também recebe denúncias pelo <strong>Disque 151</strong> e pelo <a href="http://www.procon.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">site</a> do serviço.</p>
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		<title>Metanol: crise completa um mês com alerta para falsificação de bebidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 12:43:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após 30 dias desde que os primeiros nove casos de suspeita de intoxicação por presença de metanol em bebidas foram divulgados, em 26 de setembro, várias medidas foram tomadas pelos órgãos públicos. A testagem ficou mais rápida, confirmando ou descartando casos suspeitos em ritmo intenso. Hospitais pólo foram organizados, mesmo fora das áreas com confirmação de</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Após 30 dias desde que os primeiros nove casos de suspeita de intoxicação por presença de metanol em bebidas foram divulgados, em 26 de setembro, várias medidas foram tomadas pelos órgãos públicos.</strong> A testagem ficou mais rápida, confirmando ou descartando casos suspeitos em ritmo intenso.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1664739&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1664739&amp;o=node" /></p>
<p>Hospitais pólo foram organizados, mesmo fora das áreas com confirmação de contaminação, como em estados das regiões Norte e Centro-Oeste. Os Centros de Informação e Assitência Toxicológica (Ciatox), primeira rede de alerta, assumiram a frente na detecção, enquanto a vigilância sanitária e as polícias atuaram nos locais de venda e consumo.</p>
<p><strong>Mesmo sem conseguir impedir todos os novos casos, se encontrou uma origem provável: a falsificação de bebidas levou à contaminação pois usou álcool combustível, que por sua vez também estava adulterado e continha metanol. </strong></p>
<p>Dos casos <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-09/sp-tem-9-casos-de-intoxicacao-por-metanol-ministerio-divulga-alerta">divulgados inicialmente</a> pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, após um alerta do Ciatox de Campinas (SP), até a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-10/sp-policia-aponta-dois-postos-como-origem-de-contaminacao-por-metanol">revelação dos postos no ABC paulista</a> que venderam o combustível adulterado foram vinte dias. Suficiente para 58 casos de contaminação e 15 mortes, a maioria no estado de São Paulo.</p>
<p><strong>Ainda não há confirmação se os casos em outros estados, principalmente Paraná e Pernambuco, envolvem também produtos falsificados na região metropolitana de São Paulo.</strong></p>
<p>Ainda em 26 de setembro o Ciatox já atribuía os casos à ingestão de bebidas alcoólicas adulteradas, e a mais de um tipo de bebida destilada. Os casos eram então considerados  &#8220;fora do padrão para o curto período de tempo e também por desviar dos casos até hoje notificados de intoxicação por metanol&#8221;.</p>
<p>Mesmo com esse alerta inicial, o consumo não foi afetado de imediato e o caso só tomou espaço na mídia durante a semana seguinte, quando os estados começaram a mobilizar vigilâncias sanitárias, procons e polícias.</p>
<p>As ações foram integradas em 07 de outubro, quando o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/governo-cria-comite-de-enfrentamento-da-crise-do-metanol">governo federal criou um comitê</a> para lidar com o problema. No mesmo dia foi anunciada a segunda remessa de etanol farmacêutico aos hospitais pólo e a aquisição de outro antídoto, o composto fomepizol. As ações buscavam reverter o aumento de quadros e permitir a atuação rápida das equipes de emergência.</p>
<p>Na mesma semana, no dia 08, o Instituto de Criminalística da Polícia Científica de São Paulo <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/sp-policia-diz-que-metanol-foi-adicionado-e-nao-gerado-em-destilacao">confirmou que o metanol encontrado</a> em garrafas contaminadas examinadas foi adicionado, pois sua concentração era  anormal e muito acima da encontrada em processos de destilação natural. No dia seguinte, 09, a Polícia Técnico-Científica de São Paulo iniciou a adoção de um novo protocolo de identificação de bebidas adulteradas, diminuindo o tempo de análise, enquanto as equipes de fiscalização traziam cada vez mais vasilhames das autuações.</p>
<p>O estado conta com dois centros de excelência, o Ciatox de Campinas e o Laboratório de Toxicologia Analítica Forense (Latof) da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.</p>
<p><strong>A atuação integrada permitiu respostas mais rápidas dos laboratórios estaduais e diminuiu o impacto no comércio, que teve diminuição de até 5% do consumo somente em setembro, segundo a Abrasel, associação patronal do setor de bares e restaurantes.</strong></p>
<p>Vinte e um dias após o primeiro alerta, em 17 de outubro, uma operação da Polícia Civil de São Paulo encontrou os dois postos de onde saiu o combustível com metanol, acompanhando um caso de um homem que havia consumido a bebida falsificada e está até então internado em estado grave no bairro da Saúde, zona sul da capital paulista. Os policiais haviam encontrado, dias antes, a distribuidora de bebidas onde eram envasados os produtos falsos.</p>
<blockquote><p>“O primeiro ciclo foi fechado. Vamos continuar as diligências para identificar a origem de todas as bebidas adulteradas no estado”, disse então o delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian.</p></blockquote>
<p>As investigações ainda continuam. Neste meio tempo as universidade trabalharam e entregaram <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/pesquisadores-brasileiros-criam-teste-rapido-para-bebidas-adulteradas">soluções rápidas</a>, como o &#8220;nariz eletrônico&#8221; desenvolvido por pesquisadores do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que consegue identificar a presença de metanol em bebidas alcoólicas. Basta uma única gota da bebida para o equipamento reconhecer odores estranhos em relação à bebida original.</p>
<blockquote><p>&#8220;O nariz eletrônico transforma aromas em dados. Esses dados alimentam a inteligência artificial que aprende a reconhecer a assinatura do cheiro de cada amostra&#8221;, explicou à Agência Brasil o professor Leandro Almeida, do Centro de Informática.</p></blockquote>
<p><strong>No último boletim divulgado, na sexta-feira (24), <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-10/brasil-tem-58-casos-de-intoxicacao-por-metanol-mortes-chegam-15">foram confirmados 58 casos</a> e 50 estavam em investigação.</strong> Até então foram descartadas 635 notificações<strong>. O registro de mortes chegou a 15,</strong> <strong>sendo nove em São Paulo, seis no Paraná e seis em Pernambuco. </strong>Mais nove óbitos seguiam em investigação: quatro em Pernambuco, dois no Paraná, um em Minas Gerais, um em Mato Grosso do Sul e um em São Paulo. Foram descartadas 32 notificações de óbitos que estavam sob investigação.</p>
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		<title>Mais brincadeira, menos tela: confira dicas para uma infância saudável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 11:08:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se o mundo se transformou com a internet, redes sociais e a massificação dos dispositivos móveis, a infância também. Em uma era hiper conectada, o contato com a natureza, as brincadeiras ao ar livre e o tempo longe das telas já aparecem como prescrição médica. Com 29 anos de prática em consultório, Renata Aniceto, membro do</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Se o mundo se transformou com a internet, redes sociais e a massificação dos dispositivos móveis, a infância também</strong>. Em uma era hiper conectada, o contato com a natureza, as brincadeiras ao ar livre e o tempo longe das telas já aparecem como prescrição médica.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1662295&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1662295&amp;o=node" /></p>
<p>Com 29 anos de prática em consultório, Renata Aniceto, membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), destaca que já prescreve em suas orientações, além de alimentação saudável e vacinação, tempo de convívio entre pais e filhos.</p>
<blockquote><p>“Eu quero que no final de semana vocês tenham duas horas de brincadeiras no parque, de vivências em casa, que levem as crianças para cozinhar, para fazer jogos de tabuleiro. É um retrocesso. Essa geração de pais não sabe como brincar com os filhos porque eles já vêm de uma fase conectada com as telas”, alerta.</p></blockquote>
<p>Ela conta que observou uma mudança comportamental gigantesca, principalmente com a entrada das telas, do celular e do tablet no cotidiano das famílias.</p>
<blockquote><p>“Houve uma desconexão entre pais e filhos. Porque não só as crianças estão mais tempo em tela, os pais também. No consultório, passaram a chegar muito mais alterações como ansiedade e depressão, quadros que nós nem estudávamos na nossa formação [em pediatria] e hoje precisamos lidar. É um momento muito conectado e desconectado ao mesmo tempo, com essa desconexão humana”, diz a pediatra.</p></blockquote>
<p>Angela Uchoa Branco, professora do Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento da Universidade de Brasília (UnB), reforça a importância das brincadeiras presenciais, face a face com outras crianças e adultos. Para as mais velhas, recomenda jogos como os de tabuleiro.</p>
<blockquote><p>&#8220;Jogos e brincadeiras livres são fundamentais para o desenvolvimento da criança. Contação de histórias dialogadas, ler para a criança antes de dormir, deixar livrinhos infantis disponíveis para desenvolver a criatividade e o gosto pela leitura. E, sempre que possível, levar a criança para brincar ao ar livre e conviver com a natureza”, afirma Angela.</p></blockquote>
<p>Para este Dia das Crianças, a <strong>Agência Brasil </strong>conversou com médicos, psicólogos e especialistas para reunir dicas para uma infância mais saudável. Confira:</p>
<h2>Mais brincadeira, menos tela</h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><img decoding="async" title="Tomaz Silva/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/gK4oh5IS_ILBy7Om-VDqqUDFCCQ=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/08/29/toms5281.jpg?itok=YHE3chdL" alt="Rio de Janeiro (RJ), 27/08/2025 – Alunos jogam futebol durante intervalo no Ginásio Experimental Olímpico Reverendo Martin Luther King, na Praça da Bandeira, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" /></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Rio de Janeiro (RJ) – Alunos jogam futebol durante intervalo no Ginásio Experimental Olímpico Reverendo Martin Luther King, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil &#8211;</div>
</div>
</div>
<p>Se no passado a infância era marcada pelas brincadeiras de rua e o tempo livre, hoje se mistura com as telas do celular, notificações e interações online. Renata destaca que, para além da perda nas interações e do convívio, o excesso de telas pode prejudicar também o desenvolvimento do cérebro e da cognição.</p>
<blockquote><p>“O excesso de telas vai estimular áreas que não são tão primordiais e pode levar à perda de habilidades, como foco, atenção, memória, resolução de problemas. São gerações que estão tendo mais dificuldade na comunicação e na aprendizagem. Além disso, se eu mexo menos o corpo, então haverá maior incidência de obesidade”, explica.</p></blockquote>
<p>No ano passado, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) atualizou as orientações sobre o tempo de telas adequado para cada faixa etária.</p>
<ul>
<li>De 0 a 2 anos: sem telas, mesmo que passivamente;</li>
<li>De 2 a 5 anos: uma hora por dia, com supervisão dos pais ou responsáveis;</li>
<li>De 6 a 10 anos: uma a duas horas por dia, no máximo, e sempre com supervisão;</li>
<li>Entre 11 e 18 anos: de duas a três horas por dia, e nunca deixar “virar a noite”.</li>
</ul>
<p>A diretora executiva da ONG Vaga Lume, Lia Jamra, que há 25 anos atua com educação nos nove estados da Amazônia Legal, ressalta a importância do incentivo à leitura, em oposição ao digital.</p>
<blockquote><p>“É muito importante pais e cuidadores terem iniciativa de ler para a criança para ajudar a sair da tela. A leitura traz um impacto socioemocional muito grande na formação de repertório, visão de mundo, possibilidade de sonhar. A infância na Amazônia é mais saudável. Várias brincadeiras fora de casa fazem parte da rotina dessa criança, como um mergulho no rio”, diz Lia.</p></blockquote>
<h2>Sono</h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><img decoding="async" title="Joédson Alves/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/_1JTqjDbJ7XC7zKsH8T-Aw-lBiY=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/01/28/dupla.jpg?itok=4JtNg6OI" alt="Brasília (DF) 28/01/2025 - Os irmãos Clara Santana (10) e Pedro Santana (13), são vistos com celular na mão embaixo de um cobertor.
Uma a cada 3 crianças tem perfil aberto em redes, alerta pesquisa
Dados foram divulgados nesta terça pela Unico e Instituto Locomotiva
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" /></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Excesso de telas pode prejudicar qualidade do sono das crianças . Foto: Joédson Alves/Agência Brasil</div>
</div>
</div>
<p>O sono de qualidade é um dos pilares fundamentais para o bom desenvolvimento infantil. O descanso adequado está diretamente ligado ao desenvolvimento físico, cognitivo e emocional. Também nesse aspecto, Renata aponta que as telas podem atuar como vilãs da saúde das crianças;</p>
<blockquote><p>“Se usar telas no período noturno, fica com a luz da tela no meu cérebro mais tempo, o que diminui a produção de melatonina, hormônio responsável pela indução inicial do sono. Assim, a criança  vai ter mais dificuldade para pegar no sono e despertares noturnos mais frequentes”, destaca.</p></blockquote>
<p>A médica explica que o sono não é só para descansar, mas trata-se de um período em que processos neurológicos acontecem.</p>
<blockquote><p>“A fixação de aprendizados adquiridos durante o dia é feita nesse período noturno. Muitos hormônios são secretados durante a noite, como o hormônio do crescimento, os hormônios controladores de fome e saciedade, que podem impactar no apetite e ganho de peso”, afirma.</p></blockquote>
<h2>Diálogo</h2>
<p>A professora da UnB, Angela Uchoa, também destaca a importância de estabelecer diálogos respeitosos para promover uma educação que estabeleça limites, mas que reforce a autoestima dos pequenos, sem punições físicas.</p>
<blockquote><p>“É necessário sempre escolher o momento certo para conversar e estabelecer limites, dialogando. Devemos ter tolerância zero para agressões, mas manter uma atitude respeitosa e dando exemplo de como se deve agir quando algo nos desagrada. Respeito gera respeito, é necessário demonstrar afeto para que a criança se sinta amada e elogiar aquilo que ela sabe fazer bem. Isso fortalece a sua autoestima, essencial para seu pleno desenvolvimento como ser humano” completa a professor da UnB.</p></blockquote>
<h2>Alimentação</h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><img decoding="async" title="Rafa Neddermeyer/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/81z0jjZcALAl3Ml53Slr5dCQMYE=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/raf07075.jpg?itok=yLMmd7Jb" alt="Brasília-DF, 10.11.2023, A Diversas frutas, legumes e verduras que são vendidos diariamente na Centrais de Abastecimento do Distrito Federal, a CEASA-DF. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil" /></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Frutas devem estar presente na alimentação desde o primeiro ano de vida. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</div>
</div>
</div>
<p>Aos 6 meses de vida, quando os primeiros dentinhos em geral aparecem, o bebê inicia a chamada introdução alimentar. A fase é considerada primordial na formação dos futuros hábitos alimentares da criança, destaca a professora Diana Barbosa Cunha, do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).</p>
<p>Ela destaca que hábitos ruins na infância podem manter-se ao longo da vida, tornando-se fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas como as cardíacas, hipertensão arterial, diabetes tipo 2, entre outras.</p>
<blockquote><p> “Essa fase deve ser tranquila, pensando que o objetivo da introdução alimentar é que o bebê conheça os alimentos. Nessa fase, o leito materno ainda é o alimento mais importante. A recomendação é que a introdução alimentar se inicie aos 6 meses e a gente espera que, aos 2 anos, a criança esteja plenamente adaptada à alimentação da família”, diz a professora.</p></blockquote>
<p>Diana destaca que é muito importante que a família esteja se alimentando de forma adequada, dando o exemplo, tendo como base os alimentos minimamente processados, como cereais, leguminosas, carnes, frutas.</p>
<blockquote><p>“Deve-se restringir o consumo de alimentos ultraprocessados. É fundamental estimular a autonomia da criança escolhendo as opções saudáveis que o responsável vai apresentar. Levar as crianças para a feira para ela escolher os alimentos. Levar a criança para o preparo dos alimentos como lavá-los, cortá-los. Isso favorece a relação com a alimentação”, conclui a professora.</p></blockquote>
<p>Fonte: Agência Brasil<br />
<em>*Colaborou Ana Cristina Campos</em></p>
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		<item>
		<title>País tem 29 casos confirmados de intoxicação por metanol, diz governo</title>
		<link>https://metropolesul.com.br/2025/10/11/pais-tem-29-casos-confirmados-de-intoxicacao-por-metanol-diz-governo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 11:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde divulgou nesta sexta-feira (10), que o Brasil tem 29 casos confirmados de intoxicação por metanol por ingestão de bebidas alcoólicas adulteradas. São cinco pessoas a mais do que na última quarta (8).  Dos 29 casos confirmados, 25 foram registrados em São Paulo, três no Paraná e um no Rio Grande do Sul. Ao</p>
<p>O conteúdo <a href="https://metropolesul.com.br/2025/10/11/pais-tem-29-casos-confirmados-de-intoxicacao-por-metanol-diz-governo/">País tem 29 casos confirmados de intoxicação por metanol, diz governo</a> aparece primeiro em <a href="https://metropolesul.com.br">Metrópole Sul</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Ministério da Saúde divulgou nesta sexta-feira (10), que o Brasil tem 29 casos confirmados de intoxicação por metanol por ingestão de bebidas alcoólicas adulteradas. </strong>São cinco pessoas a mais do que na última quarta (8). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1662305&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1662305&amp;o=node" /></p>
<p>Dos 29 casos confirmados, 25 foram registrados em São Paulo, três no Paraná e um no Rio Grande do Sul. <strong>Ao todo, há 217 notificações em investigação, um número menor do que no último balanço (quando havia 235 suspeitas). </strong></p>
<p>Segundo o balanço, cresceu também o número de casos suspeitos descartados. Agora são 249. Até o momento, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul são os únicos estados com casos confirmados por esse tipo de intoxicação.</p>
<h2>Suspeitas</h2>
<p>O estado de São Paulo investiga, neste momento, 160 notificações, o que representa 73,73% do total. Em seguida, aparecem Pernambuco com 31 suspeitas, Rio Grande do Sul (4), Mato Grosso do Sul (4), Piauí (4), Rio de Janeiro (3), Espírito Santo (3), Goiás (2), Alagoas (1), Bahia (1), Ceará (1), Minas Gerais (1), Rio Grande do Norte (1) e Rondônia (1).</p>
<h2>Óbitos</h2>
<p><strong>O balanço do Ministério da Saúde informou que não houve outra confirmação de morte causada pela ingestão de metanol desde a última quarta-feira (8). </strong>As cinco pessoas que morreram eram do estado de São Paulo.</p>
<p>No entanto, 12 óbitos estão sob investigação (um caso a mais do que na última quarta).  Os casos suspeitos são no Ceará (1), em Minas Gerais (1), no Mato Grosso do Sul (1), em Pernambuco (3) e em São Paulo (6).</p>
<p>fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Práticas integrativas no SUS atendem quase 4 milhões de pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 14:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados inéditos do Ministério da Saúde mostram que, de janeiro a agosto de 2025, 3.757.950 pessoas participaram de procedimentos de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) na atenção primária &#8211; 14,2% a mais em relação ao mesmo período de 2024, quando houve 3.290.509 atendimentos. Entre os destaques citados figura a auriculoterapia, responsável por 26%</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dados inéditos do Ministério da Saúde mostram que, de janeiro a agosto de 2025, 3.757.950 pessoas participaram de procedimentos de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) na atenção primária &#8211; 14,2% a mais em relação ao mesmo período de 2024, quando houve 3.290.509 atendimentos.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1661668&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1661668&amp;o=node" /></p>
<p>Entre os destaques citados figura a auriculoterapia, responsável por 26% do aumento. A técnica terapêutica utiliza a orelha como microssistema para tratar diversas condições de saúde física, mental e emocional. Os estímulos podem ser feitos com agulhas, cristais, sementes e outros materiais.</p>
<p><strong>Segundo o estudo, no mesmo período também foi registrado crescimento expressivo das chamadas PICS coletivas, incluindo práticas corporais da medicina tradicional chinesa, que aumentaram 13%; o uso de plantas medicinais e fitoterapia, com 11% de crescimento; e a meditação, com alta de 8%.</strong></p>
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<h2>Profissionais capacitados</h2>
<p>Ainda segundo o ministério, 340 mil profissionais participaram de cursos e capacitações em PICS oferecidas em portfólio via Ambiente Virtual de Aprendizagem (Avasus) do Sistema Único de Saúde, incluindo a certificação em auriculoterapia.</p>
<blockquote><p>“A expectativa, no entanto, é que esse contingente seja ainda maior, uma vez que municípios e estados também têm investido na qualificação de seus profissionais, e têm dados próprios”, informou a pasta.</p></blockquote>
<p>Um exemplo é o município de São Paulo, cuja oferta de procedimentos de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, apenas no primeiro semestre de 2025, corresponde a 16,4% dos atendimentos feitos em todo o país.</p>
<p>Entre 2022 e 2024, a capital paulista apresentou aumento médio de 89,6% nos atendimentos em PICS, com destaque para auriculoterapia, meditação, arteterapia e aromaterapia.</p>
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